Energia
Destaques do clipping de hoje
- ›O ESTADO DE S.PAULO, 01/02/2012
- ›FOLHA DE S. PAULO, 01/02/2012
- ›VALOR ECONÔMICO, 01/02/2012
- ›BRASIL ECONÔMICO, 01/02/2012
- ›VALOR ECONÔMICO, 01/02/2012
Análise da semana
Eike Batista confirma venda de 10% da MPX para E.ON
Após alguns dias de especulações no mercado, o empresário Eike Batista oficializou a entrada da gigante alemã E.ON no capital de sua empresa de energia, a MPX. O empresário vai repassar os ativos de carvão da empresa na Colômbia para uma nova companhia, retirando-os do negócio, e depois venderá 10% da MPX para a E.ON por R$ 850 milhões. Por fim, criará uma joint venture com o grupo de participação igualitária. A MPX vai manter 50% da sua carteira de empreendimentos térmicos não contratados e repassará a outra metade à joint venture. No total, esses projetos tem capacidade para gerar 10,35 gigawatts (GW) de energia. A joint venture também ficará com projetos de energia renovável e as atividades de suprimento e comercialização da MPX.
Uma oferta bilionária de debêntures da Cemig Geração e Transmissão deve ser a pioneira do Novo Mercado de Renda Fixa - iniciativa para aumentar a transparência e a governança nas operações liderada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). A subsidiária da estatal mineira de energia entrou com pedido para realizar uma emissão de até R$ 1 bilhão em debêntures. Caso sejam colocados os lotes suplementar e adicional, a captação pode chegar a R$ 1,3 bilhão. A operação, porém, atenderá apenas parcialmente aos requisitos da Anbima.
A entrada da chinesa Three Gorges no capital da EDP impulsionará, no curto prazo, o crescimento no negócio das energias renováveis no Brasil, um mercado onde a empresa portuguesa tem optado por uma estratégia mais defensiva. O braço EDP Renováveis é hoje o terceiro operador mundial de energia eólica, graças aos ativos que detém na Europa e nos EUA. Esta é a opinião dos analistas financeiros sobre o impacto da chegada da Three Gorges à estrutura acionária da EDP, devido ao fôlego financeiro injetado pelo grupo chinês.